Sabores e disabores Orientais


Chego ao Destino imaginado, onde naquele momento reinam imensas cores, vivas, por toda a parte.
Saris coloridos enfeitam as ruas caóticas de Nova Delhi, onde o sol se embate contra eles e reflete cada cor ao promenor.
Mulheres de cara coberta e crianças descalças brincando no meio de ruas sujas, sao vestidas por Saris de várias cores, estampados e padrões, seus olhos negros contornados por uma espessa linha preta, que os definem e mostram a sua beleza oriental, os seus longos cabelos pretos sao enfeitados tal como as suas testas, orelhas e pescoços com as mais variadas joias tradicionais.
Os homems, um simbolo (demasiado) importante, um simbolo de négocio, familia, tradição, ...
Camelos enfeitados atravessam estradas, um palco de trânsito ensurdecedor.
O país dos antigos Vedas, dos textos sagrados que proíbem a destruição da natureza e afirmam que a poluição das águas é um sacrilégio. O corte das árvores também é condenado, “Amar as árvores como se fossem seus filhos”, “O homem deveria viver em harmonia e em profunda comunhão com a terra”.
É o sagrado tornando-se profano até o extremo da mais absurda insanidade. Natureza no seu estado primitivo, sagrada, total, plena, é rara de se ver por aqui, o mundo natural que aqui se vê é o reflexo da mente e alma humana, tal qual como pode ser produzida por esta multidão. Um País de sabores, cheiros e cores, de desigualdade e discriminação. Lugar apaixonante, encantador, mas também assustador... E mais uma vez acordo, desço a terra, onde me imaginei a viajar pelos destinos que mais me completam com as suas culturas e tradições...
Índia espera por mim, ei um dia, de pés descalços pisar tuas ruas sujas com todo o orgulho que possuo!

1 comment:

Guikamaru said...

Posso ir contigo? :$