6 de Agosto conhecemo-nos pessoalmente ...
Nunca pensei dar-me tão bem com o rapaz que mais odiava por sms - pensava eu - sempre a discutir e a discordar um do outro ... - marcamos um encontro, sentimos a química, o interesse foi mutuo, a conversa fluiu com a maior das naturalidades e até reparamos que concordávamos em muitas mais coisas do que pensávamos.
Contamos os nossos segredos mais bem guardados ... fizemos com que ambos entendessem o mundo onde vivíamos e assim, disse-lhe: 'Parece que nascemos no mesmo mundo, na mesma realidade'.
12 de Agosto, foi o inicio oficial, desde ai que sempre me fizeste sentir especial, querida, amada, a vontade comigo própria, com o meu ser - porque me amavas a serio e não querias que fosse de outra maneira - deixaste-me entrar no teu mundo, fazer parte da tua família, ajudar-te nos possíveis e a compreender-te.
A paixão de um amor de verão, tomou conta de nós, todos os dias estávamos juntos na praia, sempre enrolados no carinho que oferecíamos.
Passávamos a tarde toda a brincar um com o outro, assim, levaste-me a novos sítios, novas pessoas, novos ambientes... até que me levaste a tua casa fazendo-me descobrir novas sensações.
E mais uma vez me mostraste que todos os namoros passados, não passaram de namoros de crianças.
Os arrepios eram constantes, as mordidelas no pescoço e nas orelhas eram em sequência, as minhas mãos percorreram o teu cabelo e o teu peito, as tuas mãos apertavam-me as ancas ... enfim, foi amor o que ali se passou, naquelas tardes tórridas de verão.
Suados de tantas demonstrações de afecto, ficamos assim um mês, para mim já parecia um ano ... um ano de felicidade contigo .
14 de Setembro, este dia, tinha de chegar de qualquer das formas - inicio das aulas – horários cheios, rotina pesada, estudo difícil, mais tempo com os amigos, professores chatos, complicações fudidos, confusões confusas, saudades dolorosas, choros de desespero, guerra por amor, discussões sem nexo, ... foi assim as duas primeiras semanas de aulas.
Eu já sabia que eras, ciumento, compulsivo (no bom sentido), teimoso, ‘quadradão’, ... mas com o Início das aulas foste-te tornando cada vez mais.
Começas-te a ter ciúmes dos meus amigos, começas-te a ser compulsivo (no mau sentido), começas-te a teimar comigo por tudo e nada, começas-te a não querer entender as coisas, a realidade ... tentei aguentar, tentei ter paciência, tentei perceber, tentei esquecer, tentei não dar motivos para descontroles, mas cada vez que tentava nada saia a 100%.
A minha mente, acabou por muitas vezes, ignorar o toque de sms do telemóvel, só para não ter de dar explicações que não tinham explicação. No momento a seguir já não me podia abstrair com o toque de chamada do telemóvel ... Passaram a ser mais as chamadas não atendidas do que as sms.
No meio das minhas aulas, ele continuava a tocar desesperado por uma resposta.
Respondi, escolhendo bem as palavras que dizia, para não haver possíveis chatices ... mas nem assim, tu pegavas em todos os argumentos, em todos os sentidos das palavras para me pedir satisfações ... e simplesmente fartei-me, do controlo a que me tinhas submetido - não podia ir a Viana sem estar contigo, se estivesse contigo 30 min. já era o fim do mundo para ti - deixei de ver a Laura e o Gonçalo, para não falar nos restantes amigos que tenho em Viana.
Deixei também de querer estar contigo, sempre que estávamos juntos, estávamos calados, zangados, chateados. Cada um achava-se com toda a razão.
27 de Setembro, a nossa relação desmoronou-se … ‘é melhor ficarmos como amigos, bons amigos…’ – sim é – não queria que o pouco que passamos juntos fosse esquecido em 15 dias … não deixei de te amar Jorge, mas o sentimento não progride com discussões diárias !
Hoje, mal falamos, para dizer a verdade, não falamos … o meu orgulho não me permite ser eu a iniciar uma conversa, não me permite sentir pena, mas o meu orgulho não consegue controlar as lágrimas que deixei na minha almofada ao dormir …
Nunca pensei dar-me tão bem com o rapaz que mais odiava por sms - pensava eu - sempre a discutir e a discordar um do outro ... - marcamos um encontro, sentimos a química, o interesse foi mutuo, a conversa fluiu com a maior das naturalidades e até reparamos que concordávamos em muitas mais coisas do que pensávamos.
Contamos os nossos segredos mais bem guardados ... fizemos com que ambos entendessem o mundo onde vivíamos e assim, disse-lhe: 'Parece que nascemos no mesmo mundo, na mesma realidade'.
12 de Agosto, foi o inicio oficial, desde ai que sempre me fizeste sentir especial, querida, amada, a vontade comigo própria, com o meu ser - porque me amavas a serio e não querias que fosse de outra maneira - deixaste-me entrar no teu mundo, fazer parte da tua família, ajudar-te nos possíveis e a compreender-te.
A paixão de um amor de verão, tomou conta de nós, todos os dias estávamos juntos na praia, sempre enrolados no carinho que oferecíamos.
Passávamos a tarde toda a brincar um com o outro, assim, levaste-me a novos sítios, novas pessoas, novos ambientes... até que me levaste a tua casa fazendo-me descobrir novas sensações.
E mais uma vez me mostraste que todos os namoros passados, não passaram de namoros de crianças.
Os arrepios eram constantes, as mordidelas no pescoço e nas orelhas eram em sequência, as minhas mãos percorreram o teu cabelo e o teu peito, as tuas mãos apertavam-me as ancas ... enfim, foi amor o que ali se passou, naquelas tardes tórridas de verão.
Suados de tantas demonstrações de afecto, ficamos assim um mês, para mim já parecia um ano ... um ano de felicidade contigo .
14 de Setembro, este dia, tinha de chegar de qualquer das formas - inicio das aulas – horários cheios, rotina pesada, estudo difícil, mais tempo com os amigos, professores chatos, complicações fudidos, confusões confusas, saudades dolorosas, choros de desespero, guerra por amor, discussões sem nexo, ... foi assim as duas primeiras semanas de aulas.
Eu já sabia que eras, ciumento, compulsivo (no bom sentido), teimoso, ‘quadradão’, ... mas com o Início das aulas foste-te tornando cada vez mais.
Começas-te a ter ciúmes dos meus amigos, começas-te a ser compulsivo (no mau sentido), começas-te a teimar comigo por tudo e nada, começas-te a não querer entender as coisas, a realidade ... tentei aguentar, tentei ter paciência, tentei perceber, tentei esquecer, tentei não dar motivos para descontroles, mas cada vez que tentava nada saia a 100%.
A minha mente, acabou por muitas vezes, ignorar o toque de sms do telemóvel, só para não ter de dar explicações que não tinham explicação. No momento a seguir já não me podia abstrair com o toque de chamada do telemóvel ... Passaram a ser mais as chamadas não atendidas do que as sms.
No meio das minhas aulas, ele continuava a tocar desesperado por uma resposta.
Respondi, escolhendo bem as palavras que dizia, para não haver possíveis chatices ... mas nem assim, tu pegavas em todos os argumentos, em todos os sentidos das palavras para me pedir satisfações ... e simplesmente fartei-me, do controlo a que me tinhas submetido - não podia ir a Viana sem estar contigo, se estivesse contigo 30 min. já era o fim do mundo para ti - deixei de ver a Laura e o Gonçalo, para não falar nos restantes amigos que tenho em Viana.
Deixei também de querer estar contigo, sempre que estávamos juntos, estávamos calados, zangados, chateados. Cada um achava-se com toda a razão.
27 de Setembro, a nossa relação desmoronou-se … ‘é melhor ficarmos como amigos, bons amigos…’ – sim é – não queria que o pouco que passamos juntos fosse esquecido em 15 dias … não deixei de te amar Jorge, mas o sentimento não progride com discussões diárias !
Hoje, mal falamos, para dizer a verdade, não falamos … o meu orgulho não me permite ser eu a iniciar uma conversa, não me permite sentir pena, mas o meu orgulho não consegue controlar as lágrimas que deixei na minha almofada ao dormir …
Mas alguém levantou-me a cabeça, fez me seguir em frente ... devo-lhe tanto por isso.
Obrigado meu Gabi <3
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